Revelações inéditas - XVI anos de silêncio.

Toulouse AZF & A revolução francesa da luz.

Uma Bomba atômica medida explodida a 2,6 km da AZF.


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INTRODUÇÃO

Já completou 15 anos de misérias e de desesperos ocasionadas pela impressionante catástrofe devida as diferentes explosões ocorridas na cidade de Toulouse e em torno da cidade rosa na manhã do dia 21 de setembro de 2001.  As mais terrificantes, que deram calafrios aos toulousanos, são aquelas reunidas no polo químico no sul da cidade, unindo duas grandes usinas Seveso, usina Azoto Fertilizantes (AZF) e a Empresa nacional de pó e explosivos (SNPE).

Protegida pelo segredo-defesa, a SNPE é uma usina defendida pela prefeitura da “Haute-Garonne”, representante do governo francês dentro dessa região, contra todos os erros de funcionamento e de produção relacionados na fabricação de produtos químicos. A saber que alguns produtos são utilizados como armas de guerra, hoje interditos pela comunidade internacional, como exemplo, o (gás) mostarda, que continua de fato a ser fabricado sobre o território francês. A SNPE fábrica também uma grande quantidade de produtos hipertônicos e de carburantes, aos quais os combustíveis dos foguetes e de mísseis utilizados pela França e vendidos igualmente para múltiplas forças armadas no mundo.
 

O desafio deste livro é, portanto, mais que importante.

Em 2001, nomeado pelo Presidente Sr. Jacques Chirac, a administração prefeitoral foi representada pelo prefeito Sr. Humbert Fournier, hoje desaparecido de todos os suportes mediáticos. Portanto, nesse dia de catástrofe, essa administração não enviou nenhuma nota pública relatando a realidade dos fatos, dentro de uma preocupação primeira de assegurar um mínimo de ordem geral. Depois disso, ela ignorou, infelizmente, do relato das testemunhas dentro do processo de polícia que relataram demais estranhos fatos percebidos por muitos antes e depois da explosão do estoque de nitrato de amônio rígido da AZF.
 
Este mesmo prefeito como outras personalidades importantes, consideraram bem rapidamente que a origem da catástrofe, desse dia inesquecível do 21 de setembro de 2001, não poderia vir senão da usina AZF enquanto eles conheciam as origens.

Os comunicados prefeitorais relatavam o perigo da nuvem química que havia coberto a cidade rosa dessa manhã e o número de vítimas, extremamente minimizado no início. Levaram-se vários anos para que enfim seja oficializado o número seguinte: 31 mortos e 2500 feridos… Que se revela ainda longe da realidade!

O caso não pára de derramar tinta e isso, durante mais de 15 anos: as notícias chegam em gota a gota, levantando a cada vez novos debates mediáticos, os juízes não sabem então mais o que deve ser julgado. O fato é que as autoridades da época se recusam a fornecerem seus conhecimentos para que se encontre a verdade. Causa de tais recursos, vários julgamentos se encontram sem saída, apesar de uma instrução que durou mais de 7 anos! Inclusive, a nenhum momento se quer não foi proposto uma data moderada. O terceiro julgamento iniciou-se em, 24 de janeiro de 2017, e sera excepcionalmente organizado pela mais alta corte de recursos do país, em Paris.

Todas as hipóteses da origem da catástrofe foram verificadas oficialmente e organizadas de tal forma para mascarar uma realidade. As hipóteses que acusam o governo, as autoridades, e o exército francês, foram negligenciadas pelas autoridades judiciárias de Toulouse encarregada em fazer toda luz deste caso.

Todas as suposições foram minunciosamente estudadas, uma a uma, por um pequeno grupo de investigadores civis e cientistas preocupados pela fraqueza da justiça francesa. Eles transmitiram suas pesquisas na Internet com a intenção de atingir um grande público, em geral. Público que não sabe mais em quem e em quê acreditar, mais que espera atentivamente o fim do judicial desse caso, que na realidade já fez mais de 50 mortos e quase 10 000 feridos.
 
Neste livro, eu apresento informações poucas ou não conhecidas do público geral, às vezes elas são excessivas, colocando luz na realidade que repousa em um único documento mantido sob segredo pelas autoridades francesas. A justiça francesa não possui nenhum poder de acesso a este documento. Por isso nesse livro eu detalhei as suposições mais conhecidas e as mais capazes de explicarem ao mesmo tempo, o que realmente aconteceu em Toulouse.

Falo sem medo sobre a sabotagem de testes secretos civis e militares «selvagens», fazendo uso de alta tecnologia de defesa nacional. Coloco em evidência a utilização de uma ogiva nuclear medida que as autoridades francesas escondem sob a canga do silêncio, estampada segredo-defesa, desde o dia 21 de setembro de 2001.

A saber que, todo crime comisso por um governo contra sua população, mesmo se esse crime é involuntário, é passível de pena perante a Corte Internacional de Justiça, órgão principal da ONU.

A Va  república francesa se encontra em xeque-mate a todos os níveis por causa desse dossier e o objetivo dessa obra é de convencer o atual Presidente da República de agir liberando com isso, a justiça, para dar uma nova chance de crescimento ao país. A maior pergunta é de compreender como um monte de nitrato de amônio agrícola rígido, estocado no depósito 221 da usina AZF, explodiu subitamente.

Desde março de 2002, eu me posiciono como investigador tecnológico civil privado dentro desse caso, eu estimo ser vítima de uma corrida tecnológica na qual a França, a Alemanha, a Suíça, e a União Europeia englobando os países membros em 2001, estavam atrasados de dezenas de anos, atrás das forças armadas americanas e russas.

Venho informando alguns jornalistas que se tornaram pela maioria, mais conhecidos por terem escritos os resultados de suas investigações, e… não somente.
 
Esta obra permitira aos leitores a terem uma visão mais precisa do caso, que seja política, social, econômica; toda a rede de repercussões ocasionadas pelo que aconteceu, e dentro de qual objetivo de justiça. Em um conjunto de revelações e acusações pesadas, mais de bons sensos. 

Dado que é um caso delicado, de uma investigação cuidadosa, perigosa, e humana, é aconselhável para uma leitura mais agradável, que o leitor invista-se bem numa observação aprofunda das diferentes imagens que figuram neste livro. Isso permitira ao leitor de acordar seus sensos… para compreender porquê em todo ao longo desta leitura, histórias vindas de nenhum lugar se pousarão para fazer apenas uma, em um conjunto de mensagens importantes para o encontro corporativo, que eu nomeei: A revolução francesa da luz.


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